Democracia, política do Bem e da Verdade

Foi já Platão que estabeleceu como supremo ideal político a ideia do Bem.Foi Platão que opôs o político ao sofista e, Aristóteles, seu discípulo,a democracia ao despotismo.
Nem o déspota nem o sofista, o pior dos demagogos,têm lugar na República do Povo.
O déspota não quer o diálogo, o sofista engana o Povo e escamoteia a Verdade e o Bem.São dois cancros da Democracia.Sem a sua neutralização não há soberania do Povo.
Numa autêntica Democracia o Povo é mandatário de si mesmo, elegendo em plena liberdade o seu Governo.
A Liberdade, a Igualdade de direitos e a Justiça social são os pilares da Democracia.
Quem não é livre não pode ser responsável,mas ser livre não é ser libertário, podendo fazer o que quiser.A anarquia e a indisciplina não têm cabimento em qualquer forma de Sociedade.O anarquista, o indisciplinado é um elemento espúrio,um demónio da violência.Sem tutela, é um tutelado dos seus instintos.
A Democracia é a religião do Amor, da Fraternidade e da Paz.Está nos antípodas do ataque pessoal, da vingança mesquinha e dos recalcamentos vesanos.
Democracia é rebate de consciência, mas não é a agitação política,o ódio racial,«a caça à bruxas».É a convivência amorável entre gente de todos os credos e etnias.Não é irreverência, é respeito mútuo.Não é servilismo nem insubordinação.O servil e o irreverente são seres amorfos inacpazes de sentir a beleza dos nobres ideais.
A Democracia é altruísmo,é filantropia,pôe o bem comum acima dos egoísmos partidários.Na Democracia não cabe a ambição do mando e a detenção feroz do Poder que é do Povo. A Democracia sente-se e vive-se!
Felizmente o Povo já sabe que asim é! Lições amargas o chamaram à verdade e ao bom senso!